sexta-feira, 25 de novembro de 2016
ARTISTA CONTEMPORÂNEO - LYGIA CLARK
Cronologia de sua vida: 1947/1950 - Vive no Rio de Janeiro. 1947 - Inicia aprendizagem artística com Burle Marx (1909-1994). 1950/1952 - Vive e estuda em Paris. 1950/1952 - Estuda com Fernand Léger (1881-1955), Arpad Szenes (1897-1985) e Isaac Dobrinsky (1891-1973). 1953- Retorna ao Rio de Janeiro. 1954/1956 - Integra o Grupo Frente, liderado por Ivan Serpa (1923-1973) e formado por Hélio Oiticica (1937-1980), Lygia Pape (1929-2004), Aluísio Carvão (1920-2001), Décio Vieira (1922-1988), Franz Weissmann (1911-2005) e Abraham Palatnik (1928), entre outros. 1954/1958 - Realiza a série Superfícies Moduladas e a série Contra-Relevos. 1958/1960 - Recebe em Nova York o Prêmio Internacional Guggenheim. 1959 - É uma das fundadoras do Grupo Neoconcreto. 1960 - Leciona artes plásticas no Instituto Nacional de Educação dos Surdos, no Rio de Janeiro. 1960/1964 - Cria a série Bichos, construções metálicas geométricas que se articulam por meio de dobradiças e requerem a co-participação do espectador. 1964 - Cria a proposição Caminhando, recorte em uma fita de Moebius praticado pelo participante . 1966 - Passa a dedicar-se à exploração sensorial, em trabalhos como A Casa É o Corpo. 1969 - Participa do Simpósio de Arte Sensorial em Los Angeles, nos Estados Unidos. 1970/1976 - Vive e trabalha em Paris. 1970/1975 - É professora na Faculté dArts Plastiques St. Charles, na Sorbonne, e seu trabalho converge para vivências criativas com ênfase no sentido grupal. 1973 - Realiza o documentário O Mundo de Lygia Clark com Eduardo Clark. 1976/1988 - Volta a residir no Rio de Janeiro. 1978/1985 - Passa a dedicar-se ao estudo das possibilidades terapêuticas da arte sensorial, trabalhando com os objetos relacionais. 1982 - Profere a palestra O Método Terapêutico de Lygia Clark, com Luiz Carlos Vanderlei Soares no Tuca, em São Paulo. 1983/1984 - Lançamento dos livros Livro-Obra, contendo propostas de Lygia Clark e confeccionado por Luciano Figueiredo e Rio Meu Doce Rio, com texto de Lygia Clark. 1985 - É apresentado o vídeo Memória do Corpo, de Mario Carneiro, sobre o trabalho da artista. 1989 - Exibição do vídeo Memória do Corpo, no Paço das Artes.
Uma de suas obras bateu um recorde, foi vendida por 5,3 milhões de reais em um leilão. A obra, de 1958, pertencia à coleção de Luiz Buarque de Hollanda, e é uma das mais importantes da artista. A tela chegou a ser exposta na Bienal de Veneza em 1968, e faz parte de uma série que antecedeu a criação de suas famosas esculturas em metal articulado, os “Bichos”. O nome da tela que bateu o recorde é 'Superfície Modulada nº 4':

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